Food tech e seus desafios

Uma transformação está mudando o subsegmento de alimentação, sendo usada como uma estratégia pelos empreendedores da área. O termo foodtech pode ser classificado como o uso da tecnologia na busca de soluções e resultados para as empresas.

Essas startups ainda estão ganhando espaço no mercado, uma vez que áreas como saúde, varejo, RH e marketing já impactam seus respectivos segmentos. No entanto, essa inovação, que já está na mira de investidores, transformou a forma de olhar para a cadeira de produção e distribuição dos alimentos.
As foodtechs, atualmente no Brasil, surgem como aliadas para uma demanda crescente por alimentos saudáveis, frescos e nutritivos, por exemplo. Essa tecnologia é implantada em processos que acompanham toda a cadeia, desde produção (agricultura), distribuição, venda, consumo, serviço e retorno (reciclagem). Sendo assim, o cliente também tem papel importante neste processo, sendo o responsável direto por mudanças nos hábitos alimentares.

O aumento dos deliverys com a chegada da pandemia mudou a forma como a maioria dos consumidores se relaciona com a tecnologia. Neste caso, a logística também vira um diferencial, uma vez que as pessoas podem receber comida no conforto do seu lar, ou trabalho possibilitando uma maior gama de escolhas nos aplicativos.

Assim, o contrato de consumo se dá com diretamente com o cliente final, principalmente com o crescimento exponencial dos serviços e aplicativos de delivery, seja para consumo imediato ou não.
As novas exigências dos consumidores também são saciadas por quem atua com foodtech. A tecnologia proporciona desenvolver comidas e bebidas que atendam o público mais seleto e consumidor dos chamados “alimentos do futuro”, mais nutritivos, saudáveis e com preço justo.

Mas final, onde o foodtech pode atuar?

Nutrição individualizada: em um formato de dieta preparada especialmente de acordo com as necessidades de cada pessoa, um sistema de inteligência artificial levanta informações e cruza dados para criar rotinas alimentares ideais;

Alimentos sintéticos e proteínas vegetais: a criação de carnes desenvolvidas em laboratório provoca uma rima com os tópicos de sustentabilidade e alimentos do futuro.

Rastreabilidade alimentar: a tecnologia do blockchain pode ser utilizada para garantir a procedência de determinados alimentos, acompanhando a evolução de todo o processo, seja com frutas, verduras ou legumes que estejam isentos de agrotóxicos.

Automação de supermercados e restaurantes: em um restaurante ou supermercado online, as compras podem ser feitas sem a necessidade de cruzar todo o estabelecimento, recebendo os produtos em casa de maneira automatizada. Isso também se aplica em restaurantes que, com o cardápio digital encaminha pedidos e faz atualizações em tempo real, tornando o serviço mais ágil e à prova de falhas.

Como este tema se conecta
à sua empresa?

Compartilhe o seu contexto para orientar uma conversa sobre os próximos passos.

Fale com a Arquivo